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Música

Bamboo BR encerra narrativa do EP “VIDA” com “Corear” e expande projeto para o cinema

A Bamboo BR apresenta “Corear”, quarto e último movimento do EP “VIDA”. Já disponível nos aplicativos de música, a faixa mistura reggae e manguebeat para concluir uma narrativa sobre aprendizado, equilíbrio, transformação e a maneira como cada pessoa interfere no mundo ao seu redor.

Composta por Ade Jam, “Corear” foi produzida por Thiago Barromeo, o Barromystic, e Rosin. A gravação reúne Ade Jam, Luanah Jones e Regiane Cordeiro nos vocais, além das guitarras de Netto Enes e Vinicius Sampaio. Lançada pelo selo SoundSystem Brazil, a música também ganhou um lyric video dirigido por Márcio Rocha.

“‘Corear’ é sobre trazer cor, paz e sentimentos bons por onde passarmos. É sobre ser, existir e respirar o hoje da melhor maneira possível”, explica Ade Jam.

Mais do que uma sequência de lançamentos, “VIDA” foi concebido como uma obra dividida em quatro capítulos. O primeiro, “Fortalece (Aprendendo a Viver)”, com Caio Pires, representa o aprendizado que nasce das experiências. Em “Coração e Mente”, parceria com Yutaka, a Bamboo BR aborda a busca por equilíbrio entre razão e sentimento.

O percurso avança em “Quem Colore Sua Alma?”, colaboração com a banda Ecoalaize, ao refletir sobre pessoas, referências e vivências que ajudam a formar cada indivíduo. “Corear” fecha esse ciclo propondo uma resposta: depois de absorver as cores oferecidas pela vida, é preciso transformá-las e devolvê-las ao mundo.

A conexão entre música e imagem será ampliada em “Jahbençoa”, curta-metragem dirigido por Márcio Rocha e Ygor Carvalho. A produção reunirá os quatro capítulos audiovisuais do EP em uma narrativa única, fazendo de “VIDA” um projeto que ultrapassa o formato convencional de lançamento musical.

Em atividade desde 2012, a Bamboo BR é formada por Ade Jam, Luanah Jones, Netto Enes, Paulo George, Rafael Ulisses, Italo Spioni, Luizinho Nascimento, Bill Barros e Danilo Valesi. No novo trabalho, o grupo consolida uma fase de expansão artística ao conectar sua base no reggae a outras sonoridades, linguagens e encontros da música brasileira.